sou intemporal?! no tempo dentro ou fora dele
de quando em vez, paro? uns "segundos; no tempo,"
sou; intemporal, mesmo parado! no tempo...? temporal; seguro-me?!no vendaval, que me prende! qual temporal!?
em qualquer estação de tempo,
neste tempo que fez e faz, "mas o tempo não chega..."
faz falta! o tempo, dentro daquele tempo...em que era tempo, de ser e ter e "parar o tempo", e aguentar, o quê?
"o perdido!?" o que vem!? o de agora?!
joão oliveira
Sexta-feira
Quarta-feira
Segunda-feira
Natal em família

Nesta época natalícia, vamos viver em paz e amor e prolongar/praticar estas ideias pelo próximo ano. Desejos de um feliz e santo Natal em família e um mui prospero ano de dois mil e doze.
a família é um bem sagrado,
nela há que saber amar,
ela será sempre um berço doirado!
façam tudo para assim continuar.
poderá haver alguma desavença,
até por vezes, falta de carinho,
mas nunca esqueçam a crença,
da união e de um miminho!
amor, amizade e pão,
são palavras de ordem,
e quando precisa, haja reconciliação,
e estas palavras sempre recordem.
é bonito haver famílias unidas!
com ética e educação,
e sempre reunidas,
também em comunhão.
que as famílias brotem amor e paz!
não é tão difícil assim,
eu sei que são capaz,
eu,... fico feliz,... por elas e por mim.
Chãs de Tavares, joão oliveira
Domingo
escrever um fado
FADO, PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE!
PARABÉNS FADO, PARABÉNS PORTUGAL!
gostava de escrever um fado!
a pensar nos meus amores,
e mesmo que não seja cantado,
não sofrerei dissabores.
apenas, queria um fado escrever,
para que, de mim se lembrassem,
esses amores, que fiz sofrer,
para que, de mim bem pensassem.
um fado de ternura,
de paixão e saudade!
e que fosse uma linda pintura,
para a eternidade...
quero desse fado fazer,
a mais linda bandeira!
para que possam ver,
o amor à minha maneira.
e nesse fado explicar,
a essas minhas amigas,
que a palavra "amar",
é mais que um trocar de salivas!
chãs de tavares, 22 de abril de 2008, joão oliveira
PARABÉNS FADO, PARABÉNS PORTUGAL!
gostava de escrever um fado!
a pensar nos meus amores,
e mesmo que não seja cantado,
não sofrerei dissabores.
apenas, queria um fado escrever,
para que, de mim se lembrassem,
esses amores, que fiz sofrer,
para que, de mim bem pensassem.
um fado de ternura,
de paixão e saudade!
e que fosse uma linda pintura,
para a eternidade...
quero desse fado fazer,
a mais linda bandeira!
para que possam ver,
o amor à minha maneira.
e nesse fado explicar,
a essas minhas amigas,
que a palavra "amar",
é mais que um trocar de salivas!
chãs de tavares, 22 de abril de 2008, joão oliveira
Quarta-feira
Pensar Portugal é preciso.
Que o apuramento de Portugal para o campeonato da Europa de Futebol transmita a todos os portugueses a garra, o querer e a determinação da nossa raça que tanto precisamos para ultrapassar as dificuldades do dia a dia. Portugal precisa de nós!
somos nós o povo lusitano,
aquele que se une por grandes causas!
sempre em grande plano,
sem fazer desses acontecimentos, pausas.
poderíamos estar em melhor estado,
e a culpa é de todos os portugueses,
porque para o país ter estagnado (ou piorado),
também resulta de querermos ser só fregueses.
porque não também criadores?
de novas ideias e invenções,
seremos sempre amadores!?
com outros países em competições.
não chega só Fátima, futebol e fado,
é preciso diversificar,
este país por nós amado.
temos que acordar!
precisamos de pensar este país,
colocar de lado tanta politica,
se queremos uma nação feliz,
aqui fica a minha dica:
juntem-se pessoas dos vários sectores,
social, económico, cultural, (etc)
e também os trabalhadores,
e com verdade, para a frente Portugal!
Chãs de Tavares, 8 de setembro de 2007, joão oliveira
Sábado
outono
chegou o outono,
com ele a folha da árvore cai,
fica no chão ao abandono,
e com a chuva, pela rua vai.
no outono, apetece estar à lareira,
a conversar em família com harmonia,
observar o queimar da madeira,
e fortalecer a sinergia.
momento de tranquilidade,
nesta reunião familiar,
onde existe bondade,
oh! outono, que este ambiente ajudas a criar!
não me esqueço da folha,
que da árvore caíu,
ela não teve escolha,
pois o outono a traíu.
a folha era sozinha,
o outono a levou,
mas que sorte a minha,
a familia me segurou!
joão oliveira
Sexta-feira
Angola, país onde nasci. Dia 11 de Novembro, dia da Independência.

Nasci na freguesia da Sé, concelho do Luso (Luena), província do Moxico no dia 5 de Outubro de 1974
Angola país irmão,
Portugal país amigo,
trago-vos no coração!
por isso venham comigo.
não importa a tua cor,
muito menos a distância,
vamos viver em amor!
em qualquer circunstância.
por portugueses descoberta,
por eles desenvolvida,
lanço aqui um alerta,
para não ser esquecida.
eram navegadores,
como Diogo Cão,
não foram invasores,
são um país cristão.
hei-de aí voltar,
ao país onde nasci!
quero regressar,
para perto de ti.
Angola país rico!
de cultura e beleza,
mas triste fico,
com a tua pobreza.
pobreza para o povo,
riqueza para importantes,
não se esqueçam de novo,
que Angola não é só diamantes.
foste ao mundial,
bem representada,
não era nenhum mal,
se não fosses eliminada.
gosto de ouvir,
tuas canções!
fazem-me reflectir,
as minhas emoções.
a palavra do Senhor,
para mim é/foi narrada,
por um amigo e pastor,
da minha terra amada.
joão oliveira Chãs de Tavares, poderia ser em Angola, 05-03-2007
à mulher
mulher, palavra bonita!
só duas silabas, mas abrangente!
e ela que me permita,
escrever sobre ela, alegremente.
muitas vezes mal tratada,
para ela, minha ternura,
serás por mim lembrada,
pela tua formosura!
mulher, tu és linda!
tu és formosa!
teu corpo esbelto e ainda!
és felina e charmosa!
como eu gosto de ti!
de sentir tua presença,
e o que te pedi,
e tu me deste licença.
mulher, tu és a origem!
muita gente isso esquece,
tu és a flor, tu és o bem,
tu és quem me enternece.
o teu longo suspiro...!
ninguém o entende,
nem eu, quando a teu lado respiro,
só tu sabes o que ele pretende.
mulher, senhora, mãe,
sempre jovem e menina!
e amante também,
e tudo isto, em ti não termina.
o teu olhar me desperta!
o teu rosto me encanta!
o teu corpo me liberta!
a tua presença, a moral me levanta!
joão oliveira
Quarta-feira
Sábado
Sexta-feira
Segunda-feira
Quarta-feira
Crise.
Não será a crise de falta de valores da nossa sociedade, na qual estamos inseridos, a mais grave e problemática, ficando no esquecimento, tanto princípios, como falta de civismo e respeito mutuo.
A ausência destes não terá originado outras crises?
Acreditemos no devir...!
A ausência destes não terá originado outras crises?
Acreditemos no devir...!
Sexta-feira
Chãs de Tavares
| Chãs de Tavares, terra hospitaleira, chama teus filhos quando precisares... "não queiras ser só brejeira". os teus filhos de ti gostam, eles em ti e "de ti vivem", em ti apostam, de ti sempre bendizem! é bom recordar o teu passado, da beira és uma princesa, tu és ,tu és fado, não haverá outra de certeza. a nossa história, nos levará ao futuro, fará parte da nossa glória, e ele não será escuro. Chãs de Tavares tem história e também é feita todos os dias... O futuro se constroi, desde o passado, passando pelo presente...! "Com as pedras que nos atiram, um dia construíremos um castelo" chãs de tavares, joão oliveira |
Quinta-feira
Agradecimento aos amigos que não se esqueceram do meu aniversário. O meu bem haja!
É bom ter amigos, confraternizar com eles, dar e receber; e no sofrimento, sofrer com eles. Espero que tenham muitos e bons amigos.
julgamo-nos perdidos,
sem razão de ser,
quiçá confundidos,
no nossa forma de viver.
os amigos esquecemos,
quando não precisamos,
lembramos que os temos,
quando necessitamos.
eles são flores!
na nossa vida,
fazem-nos favores,
quando a amizade não é esquecida!
eles são para mim!
e penso que para vós também,
flores no jardim!
por nós eles vêm!
com eles muitas conversas,
até desabafos,
por vezes dispersas,
e muitos abraços!
amigos de ocasião,
por aí os há,
mas os do coração,
venham para cá!
é bom ter união,
com os amigos... fraternidade....
dar-lhes sempre a mão,
enriquecer a amizade.
amigos para rir,
amigos para chorar,
quem isto conseguir,
nunca nada lhe há-de faltar.
com eles comer e beber,
porque não divertir?
com eles sofrer,
porque não com eles sentir?
a boa amizade,
pode-se arranjar,
só com naturalidade,
caso contrário é manipular.
viver bem, à custa,
de amigos e não só,
esta amizade não é justa,
por isso tenham dó.
com amigos contar,
aos amigos o melhor oferecer!
tudo com eles alcançar!
que seja até morrer!
joão oliveira
julgamo-nos perdidos,
sem razão de ser,
quiçá confundidos,
no nossa forma de viver.
os amigos esquecemos,
quando não precisamos,
lembramos que os temos,
quando necessitamos.
eles são flores!
na nossa vida,
fazem-nos favores,
quando a amizade não é esquecida!
eles são para mim!
e penso que para vós também,
flores no jardim!
por nós eles vêm!
com eles muitas conversas,
até desabafos,
por vezes dispersas,
e muitos abraços!
amigos de ocasião,
por aí os há,
mas os do coração,
venham para cá!
é bom ter união,
com os amigos... fraternidade....
dar-lhes sempre a mão,
enriquecer a amizade.
amigos para rir,
amigos para chorar,
quem isto conseguir,
nunca nada lhe há-de faltar.
com eles comer e beber,
porque não divertir?
com eles sofrer,
porque não com eles sentir?
a boa amizade,
pode-se arranjar,
só com naturalidade,
caso contrário é manipular.
viver bem, à custa,
de amigos e não só,
esta amizade não é justa,
por isso tenham dó.
com amigos contar,
aos amigos o melhor oferecer!
tudo com eles alcançar!
que seja até morrer!
joão oliveira
Sábado
Aos meus pais, em mais um aniversário do seu casamento.
A eles, que me deram o ser e hoje lhes agradeço pelo que sou. O meu obrigado.
aos meus pais que lutaram,
para nada nos faltar,
foi assim que nos criaram,
e a saber respeitar.
ainda me lembro,
de pequeno ser,
e tenho no pensamento,
o que queria ter.
brinquedos ou presentes,
era com o que sonhava,
algumas vezes ausentes,
porque para luxos não dava.
não foi condicionante,
para a minha educação,
porque o importante,
era haver pão.
trabalharam na vida,
para os filhos criar,
para que fosse permitida,
alegria no lar.
vida dura tiveram,
foram para o ultramar,
e assim que vieram,
continuaram a labutar.
do ultramar trouxeram,
um filho nas mãos,
foi o primeiro que tiveram,
pois aqui tive dois irmãos.
gente honesta e séria,
é assim a educação,
não havia miséria,
mas sim para o dia, o pão.
fomos ensinados,
a todos respeitar,
estamos preparados,
para o futuro abraçar.
vivemos em paz,
e é o que queremos,
porque foram capaz,
de lutar pelo que temos.
riqueza de amizade,
e espírito também,
para eles a bondade,
que tanto merecem.
no futuro acreditamos,
para o qual iremos,
pois não invejamos,
aquilo que não temos.
haja paz e amor,
pois neles vivemos,
também da família calor,
pois assim nos entendemos.
joão oliveira ( Lelo), em casa dos pais, chãs de tavares
Quarta-feira
as minhas origens
sou de entre o dão e o mondego,
de uma terra que já foi concelho,
é ali que encontro o sossego,
é dali que sou eu, este fedelho.
por mais lugares que conheça,
é aqui que me inspiro,
é aqui que quero que aconteça,
tanta coisa, que até suspiro.
terra farta, também rural!
terra do bom queijo e bons enchidos,
também somos Portugal!
onde mantemos o tradicional e outros ficam rendidos.
bom vinho cá temos,
um néctar verdadeiro,
a acompanhar um cabrito assado queremos,
...e um bagaço derradeiro.
a Estrela observa-nos!
lá bem do seu alto,
esta terra conserva-nos,
acham que eu, aqui falto?
joão oliveira - Chãs de Tavares
é ali que encontro o sossego,
é dali que sou eu, este fedelho.
por mais lugares que conheça,
é aqui que me inspiro,
é aqui que quero que aconteça,
tanta coisa, que até suspiro.
terra farta, também rural!
terra do bom queijo e bons enchidos,
também somos Portugal!
onde mantemos o tradicional e outros ficam rendidos.
bom vinho cá temos,
um néctar verdadeiro,
a acompanhar um cabrito assado queremos,
...e um bagaço derradeiro.
a Estrela observa-nos!
lá bem do seu alto,
esta terra conserva-nos,
acham que eu, aqui falto?
joão oliveira - Chãs de Tavares
Quinta-feira
quanto maior for o obstáculo, maior será a vitória
dura é a luta da vida,
com obstáculos e barreiras,não a demos por vencida,
temos é que ultrapassar fronteiras.
e quanto maior o obstáculo,
por que tenhamos que passar,
com mais um e outro tentáculo,
melhor a vitória vamos saborear.
a persistência é a arma,
porque se assim não for,
o obstáculo nos desarma,
ficamos pelo caminho e sem dor.
do caminho vitorioso,
mesmo que a segurar o estandarte,
neste trilho sinuoso.
com suor e lágrima,
e deitar sangue se preciso,
a meta se aproxima,
e nela um grande sorriso.
Terça-feira
o pedreiro
se és homem de bem,
também tu podes ser bom pedreiro,
se por pouco, não te distraem,
penso que és um obreiro.
calos nas mãos,
também eu os tenho,
não te envergonhes dos teus irmãos,
és deles, um bonito desenho.
nem te deixes enganar,
e a outros não atrapalhes,
na pedra, do seu lapidar.
o mal, não nos varrerá,
homens de bem, se excedam,
a felicidade triunfará!
o pedreiro acredita,
mesmo que de sobra,
ela será sempre bendita!
joão oliveira
também tu podes ser bom pedreiro,
se por pouco, não te distraem,
penso que és um obreiro.
calos nas mãos,
também eu os tenho,
não te envergonhes dos teus irmãos,
és deles, um bonito desenho.
só com as mãos não trabalhes,
nem te deixes enganar,
e a outros não atrapalhes,
na pedra, do seu lapidar.
homens de bem, converjam,
o mal, não nos varrerá,
homens de bem, se excedam,
a felicidade triunfará!
na sua obra,
o pedreiro acredita,
mesmo que de sobra,
ela será sempre bendita!
joão oliveira
Domingo
Sábado
N. Sra do Bom Sucesso
Senhora do Bom Sucesso, na serra com o mesmo nome em Chãs de Tavares.
Os festejos desta santa são sempre no terceiro fim de semana do mês de Setembro.
santa da minha terra ,
santa da minha devoção,
rezo-te para que não haja guerra,
para paz no meu coração.
quando te vou ver,
meu coração estremece,
quero-te dizer,
ouve a minha prece.
no teu dia,
nos engalanamos
para nossa alegria,
que te veneramos.
em teu dia de festa,
muita gente te visita,
mas, que para além desta,
o regresso se repita.
sra do bom sucesso,
sra da minha oração,
eu a ti te peço,
amor e compaixão.
nesta serra tão linda,
tão alta como bela,
toda a gente é bem vinda,
para partilhar tua tela.
no alto do teu monte,
desfrutamos a vista do talegre, (nicho, marco geodésico)
ao olhar o horizonte,
toda a gente fica alegre.
ficas em chãs de tavares,
terra de gente boa,
terra de bons ares,
que para quem cá vem, o tempo voa.
tua capela de romaria,
pequena, mas linda,
onde, eu até diria,
toda a gente é bem vinda. (quem vier por bem)
chãs de tavares (sra do bom sucesso), joão oliveira
Quarta-feira
Mangualde
Poema a Mangualde, sede concelhia. Dia 8 de Setembro feriado municipal, dia da Sra do Castelo.
Aqui deixo mais um poema retirado do meu livro.
terra de encanto e beleza,
como tu não há na beira,
outra com certeza!
a Sra do Castelo!
tua santa adorada,
lá no seu monte belo,
será sempre orada.
e a igreja matriz!
bonita e de uma beleza rara,
onde casei para ser feliz,
e dela também me encantara.
és a sede concelhia,
de terras de tavares e azurara,
que vivem em harmonia,
senão, alguém as juntara !?
espero para ti um futuro promissor,
pois acredito na tua gente,
o mangualdense é trabalhador,
e Portugal, teu vibrar sente !
joão oliveira - Setembro 2009
Sexta-feira
Dia 5 de setembro faz dois anos que foi apresentado o meu livro em Chãs de Tavares.
No seguimento da apresentação do livro "joão oliveira poemas" venho informar que o mesmo se encontra à venda no Shopping Chãs Center e Café Bom Sucesso em Chãs de Tavares, bem como nas papelarias da cidade de Mangualde.
Terça-feira
Sexta-feira
antiga, mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto
à linda e acolhedora cidade do porto.
Porto, não percas o norte,
tu és nobre e invicta,
nunca deixes de ser forte,
tu és cidade bendita.
és antiga e leal,
com tua gente acolhedora!
houvesse outra em Portugal,
de tais honras merecedora.
tuas pontes são obras de arte,
que fazem a ligação,
com Gaia, que contigo reparte,
um rio de eleição!
o palácio é de cristal,
com linda vista sobre o douro,
qualquer um destes é o aval,
para ser de ti, mais um tesouro.
os clérigos com sua torre imponente.
outro ex-libris teu,
maravilha toda a gente,
e toda a gente a ela se rendeu.
pessoas com garra,
pessoas de trabalho,
elas são uvas com pouca parra,
elas são de ti um bom retalho.
"cai o carmo e a trindade",
é hábito se dizer,
mas para "assim ser", há-de,
algo de muito improvável acontecer.
e as mulheres do bolhão!
com seus originais pregões,
elas falam com convicção,
e alegram nossos corações.
quem não gosta de ir!?
á ribeira relaxar,
beber um copo e divertir,
ou dali, passear até ao mar.
o rio com sua foz,
a foz com seu encanto,
ela é ao pôr do sol para nós,
um lindo recanto.
no futebol tens dois reis,
um adormecido (Boavista), outro acordado (F C Porto),
com os dois toda a vida sereis,
pela europa e pelo mundo lembrado.
sem esquecer o Salgueiros!
joão oliveira
Porto, não percas o norte,
tu és nobre e invicta,
nunca deixes de ser forte,
tu és cidade bendita.
és antiga e leal,
com tua gente acolhedora!
houvesse outra em Portugal,
de tais honras merecedora.
tuas pontes são obras de arte,
que fazem a ligação,
com Gaia, que contigo reparte,
um rio de eleição!
o palácio é de cristal,
com linda vista sobre o douro,
qualquer um destes é o aval,
para ser de ti, mais um tesouro.
os clérigos com sua torre imponente.
outro ex-libris teu,
maravilha toda a gente,
e toda a gente a ela se rendeu.
pessoas com garra,
pessoas de trabalho,
elas são uvas com pouca parra,
elas são de ti um bom retalho.
"cai o carmo e a trindade",
é hábito se dizer,
mas para "assim ser", há-de,
algo de muito improvável acontecer.
e as mulheres do bolhão!
com seus originais pregões,
elas falam com convicção,
e alegram nossos corações.
quem não gosta de ir!?
á ribeira relaxar,
beber um copo e divertir,
ou dali, passear até ao mar.
o rio com sua foz,
a foz com seu encanto,
ela é ao pôr do sol para nós,
um lindo recanto.
no futebol tens dois reis,
um adormecido (Boavista), outro acordado (F C Porto),
com os dois toda a vida sereis,
pela europa e pelo mundo lembrado.
sem esquecer o Salgueiros!
joão oliveira
Quinta-feira
eu e o luar
| eu e o luar..., sozinhos,... tanta vez, a celebrar!?... a minha pequenez. noite de frio, noite de bruma, eu com muito brio, já com alguma espuma... mas é bom viver! sentir, recordar, por vezes "esconder"!, sem ninguém magoar. e lá estou eu, dialogando com o luar, que tanto me prometeu..., ...e eu me consolo num velho bar. é bom passar... faz bem sentir... e viver para recordar... para melhor descobrir... ...só eu e o luar |
Terça-feira
Segunda-feira
o centro do país
chamem-me regionalista,
eu fico disso orgulhoso,que desta sociedade capitalista,
por vezes...fico desgostoso.
há o norte,
há o sul,
e para nós com pouca sorte,
sobra o céu azul.
somos do interior,
do país, o centro,
da terra do lavrador,
e da pátria queremos estar dentro.
que bonita é a beira,
por muitos esquecida,
de gente verdadeira,
de gente querida.
com rios e montanhas,
de beleza sem igual,
somos das entranhas,
deste Portugal.
joão oliveira
Sábado
Portugal e suas regiões
eu gosto de viajar,
por este Portugal imenso!
eu gosto de passear,
por este Portugal intenso!
observar rios, serras e mar,
fixar-me na linha do horizonte,
e dou por mim a pensar,
são eles a minha fonte.
fonte de inspiração,
com belas paisagens!
e a minha imaginação,
é fruto dessas viagens.
o minho verdejante,
e trás os montes do marão,
sem esquecer um porto triunfante,
o norte é uma bela região!
as beiras, com praias e interior,
suas paisagens fenomenais!
é um sitio acolhedor,
quem lá passa, não esquece mais.
e a nossa capital,
linda e majestosa,
ela é fulcral,
ela é simplesmente maravilhosa.
o alentejo com seus campos,
uma planície infindável,
rara beleza em seus recantos,
ir lá, é sempre agradável.
algarve dos turistas,
com o mediterrâneo ao fundo,
és uma alegria para as vistas,
és uma terra do mundo.
e as lindas ilhas dos açores,
tua beleza selvagem!
tuas bonitas flores,
que enriquecedora viagem.
a madeira é um jardim,
vamos lá dançar um bailinho,
não vás lá sem mim,
não me deixes aqui sozinho.
é este o meu país,
é este o meu Portugal,
para eu ser feliz,
por favor, não o tratem mal.
joão oliveira
por este Portugal imenso!
eu gosto de passear,
por este Portugal intenso!
observar rios, serras e mar,
fixar-me na linha do horizonte,
e dou por mim a pensar,
são eles a minha fonte.
fonte de inspiração,
com belas paisagens!
e a minha imaginação,
é fruto dessas viagens.
o minho verdejante,
e trás os montes do marão,
sem esquecer um porto triunfante,
o norte é uma bela região!
as beiras, com praias e interior,
suas paisagens fenomenais!
é um sitio acolhedor,
quem lá passa, não esquece mais.
e a nossa capital,
linda e majestosa,
ela é fulcral,
ela é simplesmente maravilhosa.
o alentejo com seus campos,
uma planície infindável,
rara beleza em seus recantos,
ir lá, é sempre agradável.
algarve dos turistas,
com o mediterrâneo ao fundo,
és uma alegria para as vistas,
és uma terra do mundo.
e as lindas ilhas dos açores,
tua beleza selvagem!
tuas bonitas flores,
que enriquecedora viagem.
a madeira é um jardim,
vamos lá dançar um bailinho,
não vás lá sem mim,
não me deixes aqui sozinho.
é este o meu país,
é este o meu Portugal,
para eu ser feliz,
por favor, não o tratem mal.
joão oliveira
Terça-feira
a palavra
a palavra,
seja a verdade,
da lavra,
da tua realidade.
a palavra força tem,
dá-lhe alimento,
para teu bem,
para que resista ao vento!
dá-lhe abrigo,
e empenho constante,
nem que sejas dela mendigo,
e serás com ela brilhante.
é a expressão,
do pensamento,
do coração,
...de uma forma de talento.
palavra sentida,
palavra de coragem,
não fique perdida,
faz dela a tua imagem.
joão oliveira
seja a verdade,
da lavra,
da tua realidade.
a palavra força tem,
dá-lhe alimento,
para teu bem,
para que resista ao vento!
dá-lhe abrigo,
e empenho constante,
nem que sejas dela mendigo,
e serás com ela brilhante.
é a expressão,
do pensamento,
do coração,
...de uma forma de talento.
palavra sentida,
palavra de coragem,
não fique perdida,
faz dela a tua imagem.
joão oliveira
Sábado
proverbio
um provérbio,
é uma máxima popular,
para levar a sério,
e que devemos acatar.
de poucas palavras é feito,
mas muito quer dizer,
e saber o provérbio dá jeito,
para à vida responder.
chamam-lhe adágio,
e é de cariz popular,
tem o seu contágio,
e anda por aí a bailar.
sobre o mesmo tema,
existe provérbio contraditório,
surgindo o dilema,
mas é notório.
também do povo é ditado,
nele tem a sua origem,
aqui ou em qualquer lado,
o seu sentido frisem!
joão oliveira
é uma máxima popular,
para levar a sério,
e que devemos acatar.
de poucas palavras é feito,
mas muito quer dizer,
e saber o provérbio dá jeito,
para à vida responder.
chamam-lhe adágio,
e é de cariz popular,
tem o seu contágio,
e anda por aí a bailar.
sobre o mesmo tema,
existe provérbio contraditório,
surgindo o dilema,
mas é notório.
também do povo é ditado,
nele tem a sua origem,
aqui ou em qualquer lado,
o seu sentido frisem!
joão oliveira
Terça-feira
O interior deserto...
O interior do país nos alimenta,
Com seus produtos naturais,
Mas qualquer dia isto rebenta,
Não há quem nele trabalhe mais.
Nas grandes cidades,
Até se pode viver bem,
Mas para as suas primeiras necessidades,
O alimento de onde vem?
E o ar puro,
Da floresta verdejante?
Eu aqui vos asseguro,
O interior é bem mais aliciante!
Estou em crer que um dia,
Vai haver nova "migração".
Para evitar maior agonia,
Haverá alguma razão!?
Como eu gosto do interior,
Aquele que o país alimenta,
Com o produto do agricultor,
E nos quais nossa saudade aumenta!
Com seus produtos naturais,
Mas qualquer dia isto rebenta,
Não há quem nele trabalhe mais.
Nas grandes cidades,
Até se pode viver bem,
Mas para as suas primeiras necessidades,
O alimento de onde vem?
E o ar puro,
Da floresta verdejante?
Eu aqui vos asseguro,
O interior é bem mais aliciante!
Estou em crer que um dia,
Vai haver nova "migração".
Para evitar maior agonia,
Haverá alguma razão!?
Como eu gosto do interior,
Aquele que o país alimenta,
Com o produto do agricultor,
E nos quais nossa saudade aumenta!
chãs de tavares, 28 de agosto de 2008, joão oliveira
Quinta-feira
Chãs de Tavares - terra onde fui criado e me fiz homem

vila chãs de tavares,
terra bonita e querida!
quando um dia te lembrares,
nunca te senti esquecida.
terra antiga,
terra com tradição,
que outra consiga,
ter-me assim no coração!
tiveste forais,
um antes da formação do país!
há outras mais,
mas só tu me fazes feliz!
tua gente da lavoura,
de campos trabalhados,
és também acolhedora!
para os mais refinados.
ir ao teu monte,
é uma linda viagem,
onde se vê no horizonte,
uma linda paisagem.
fui aqui criado!
aqui me sinto bem,
não estou desapontado,
concerteza que outros também.
a tua igreja imponente,
o teu castro monumental,
o cruzeiro sempre presente,
sem esquecer o pelourinho judicial.
nasce em ti o Ludares,
que é afluente do Dão,
é um rio de terras de tavares,
e ajuda à florestação.
aprendi a ler,
foi na nossa escola,
que quando a vou ver,
meu ego se consola!
a tua capela,
de beleza rara,
parece uma tela,
para quem bem repara!
o teu futuro,
de nós depende,
por mim, não será escuro,
e em ti e contigo muito se aprende!
joão oliveira
Terça-feira
poeta
não sei se o sou,
apenas umas letras escrevo,
apenas conto como sou,
só não sei se bem me descrevo.
tento um toque de magia,
usando a imaginação,
é que sem esta minha alegria,
eu seria uma perdição.
letras, algumas invento,
com sabor a nostalgia,
e ainda de tormento,
é assim a minha poesia.
faço da minha fraqueza,
força e empenho constante,
e disfarço minha tristeza...
são estas letras o meu garante.
sei aquilo que sou,
não preciso que me digam,
mas poeta, não sei se um dia vou,
escrever algo... e aí não me limitam.
joão oliveira
apenas umas letras escrevo,
apenas conto como sou,
só não sei se bem me descrevo.
tento um toque de magia,
usando a imaginação,
é que sem esta minha alegria,
eu seria uma perdição.
letras, algumas invento,
com sabor a nostalgia,
e ainda de tormento,
é assim a minha poesia.
faço da minha fraqueza,
força e empenho constante,
e disfarço minha tristeza...
são estas letras o meu garante.
sei aquilo que sou,
não preciso que me digam,
mas poeta, não sei se um dia vou,
escrever algo... e aí não me limitam.
joão oliveira
Sexta-feira
festas de verão
chegado o querido verão,
as aldeias sempre fazem,
a sua festa de eleição!
que ao longo dos anos as enaltecem!
fazem as suas festas populares,
em honra dos seus santos padroeiros,
vêm os filhos da terra, de todos os lugares,
e suas gentes vestem os fatos domingueiros.
como é lindo de ver,
o seu santo na procissão,
é tão bom manter,
esta magnifica tradição.
têm actividades desportivas,
bastante participadas,
e também outras recreativas,
que serão futuramente lembradas.
são dias culturais,
de confraternização e amizade,
tudo isto são sinais,
não de recuo no tempo, mas de longevidade!
joão oliveira
as aldeias sempre fazem,
a sua festa de eleição!
que ao longo dos anos as enaltecem!
fazem as suas festas populares,
em honra dos seus santos padroeiros,
vêm os filhos da terra, de todos os lugares,
e suas gentes vestem os fatos domingueiros.
como é lindo de ver,
o seu santo na procissão,
é tão bom manter,
esta magnifica tradição.
têm actividades desportivas,
bastante participadas,
e também outras recreativas,
que serão futuramente lembradas.
são dias culturais,
de confraternização e amizade,
tudo isto são sinais,
não de recuo no tempo, mas de longevidade!
joão oliveira
Sábado
ser poeta
ser poeta é estar perto e ser distante,
é ter madrugada para pensar,
é não querer ser errante,
e ter força para continuar.
é conseguir transpor,
o seu pensamento,
a sua sabedoria e o seu amor,
com todo o seu encantamento.
é escrever o que lhe vai na alma,
sem nunca ter desalento,
nunca perder a sua calma,
para prosseguir seu intento.
é ter vivido fortes emoções,
é ultrapassar contrariedades,
e escrevê-las agora como recordações,
sem esquecer essas dificuldades.
e quando pensar que algo escreveu,
só pode continuar,
o que já fez apenas lhe deu,
valentia para não desanimar.
joão oliveira
Quarta-feira
a sabedoria popular
Aqui coloco mais um poema retirado do meu livro.
a minha sabedoria,
é coisa pouca,
e o que eu daria !
para que ela não fosse louca.
à sabedoria popular,
gosto de ir beber,
para assim rasurar,
para assim escrever.
mestres, são os antigos,
na arte do saber,
da sabedoria são amigos,
e com eles vou aprender.
da terra e da natureza,
são os conhecedores,
e da história portuguesa,
são os professores.
não sei como será,
se da popular, houver extinção,
a sabedoria perderá,
o pilar da sua formação.
joão oliveira
a minha sabedoria,
é coisa pouca,
e o que eu daria !
para que ela não fosse louca.
à sabedoria popular,
gosto de ir beber,
para assim rasurar,
para assim escrever.
mestres, são os antigos,
na arte do saber,
da sabedoria são amigos,
e com eles vou aprender.
da terra e da natureza,
são os conhecedores,
e da história portuguesa,
são os professores.
não sei como será,
se da popular, houver extinção,
a sabedoria perderá,
o pilar da sua formação.
joão oliveira
Quinta-feira
Viseu
Viseu é das mais belas cidades deste imenso Portugal, tenho o privilégio de ser do distrito. Cidade que se vem desenvolvendo já há alguns anos. Terra de Viriato, Grão Vasco, D. Duarte, Tomás Ribeiro, Infante D. Henrique entre outros. Gosto de ti, Viseu!
cidade querida,
cidade do interior,
muito estás desenvolvida,
tu és um primor.
cidade da beira,
terra de Viriato,
tu és do país uma bandeira!
tu és um lindo retrato!
em ti também estudei,
em ti muito aprendi,
um dia a ti voltarei,
para ver o que de ti perdi.
D. Duarte aí nasceu,
foi de Portugal rei,
tu és importante ó Viseu!
sobre ti escreverei.
D. Henrique, o infante,
foi duque de Viseu,
ele foi importante,
neste país, que nunca o esqueceu.
a tua Sé imponente!
assim como o museu (de Grão Vasco),
com visitas de muita gente,
dois ex-libris de Viseu.
Tomás Ribeiro, outro teu filho amado,
foi poeta e escritor,
foi até multifacetado,
outro teu grande senhor.
as vias de comunicação,
por ti têm que passar,
tu és de Portugal o coração,
tu és para nós um doce lar.
o "fontelo" é teu pulmão!
com todo o seu arvoredo,
que maravilha de respiração,
onde se pode inspirar, sem medo.
da beira és senhora!
do centro és princesa!
também és doutora!
como tu, não há outra com certeza!
joão oliveira
cidade querida,
cidade do interior,
muito estás desenvolvida,
tu és um primor.
cidade da beira,
terra de Viriato,
tu és do país uma bandeira!
tu és um lindo retrato!
em ti também estudei,
em ti muito aprendi,
um dia a ti voltarei,
para ver o que de ti perdi.
D. Duarte aí nasceu,
foi de Portugal rei,
tu és importante ó Viseu!
sobre ti escreverei.
D. Henrique, o infante,
foi duque de Viseu,
ele foi importante,
neste país, que nunca o esqueceu.
a tua Sé imponente!
assim como o museu (de Grão Vasco),
com visitas de muita gente,
dois ex-libris de Viseu.
Tomás Ribeiro, outro teu filho amado,
foi poeta e escritor,
foi até multifacetado,
outro teu grande senhor.
as vias de comunicação,
por ti têm que passar,
tu és de Portugal o coração,
tu és para nós um doce lar.
o "fontelo" é teu pulmão!
com todo o seu arvoredo,
que maravilha de respiração,
onde se pode inspirar, sem medo.
da beira és senhora!
do centro és princesa!
também és doutora!
como tu, não há outra com certeza!
joão oliveira
o i/emigrante
o emigrante parte,
com vontade de um dia regressar,
e com seu engenho e arte,
vai para sua vida melhorar.
para trás deixa a sua terra...
leva-a no coração,
começa a sua "guerra",
com grande comoção.
chegado ao destino,
tudo para ele é novo,
no inicio é um desatino,
ele está longe do seu povo.
pela vida vai lutando,
para viver com alegria,
sabe que só suando,
pode regressar um dia.
nas férias aí está,
para matar aquela saudade!
o emigrante sabe que cá,
tem amigos de verdade!
joão oliveira
com vontade de um dia regressar,
e com seu engenho e arte,
vai para sua vida melhorar.
para trás deixa a sua terra...
leva-a no coração,
começa a sua "guerra",
com grande comoção.
chegado ao destino,
tudo para ele é novo,
no inicio é um desatino,
ele está longe do seu povo.
pela vida vai lutando,
para viver com alegria,
sabe que só suando,
pode regressar um dia.
nas férias aí está,
para matar aquela saudade!
o emigrante sabe que cá,
tem amigos de verdade!
joão oliveira
Segunda-feira
Meter o mundo no meu pequeno coração.
como gosto de vibrar,
com a tua satisfação,e ter algo para dar,
nem que um sorriso seja, pela tua canção.
fico feliz por ti,
quando te vejo bem,
e não pelo outro que ri,
do mal de alguém.
pois, tenho um coração,
e por pequeno que seja,
gosto de deitar a mão,
e não tenho inveja.
o mundo, esse gosto de o cá ter,
e eu dele tomar parte,
no bem fazer,
e que seja nosso baluarte.
e o meu coração é pequeno,
e o mundo é imenso,
mas façamos dele um lugar sereno,
em vez de suspenso.
joão oliveira
Domingo
apenas uma canção
uma canção hei-de cantar,
com uma bandeira na mão,
para assim mostrar,
toda a minha satisfação.
será uma canção,
que mesmo de improviso,
me trará a recordação,
de, "para aqui chegar", o que foi preciso.
dirá o que tenho no meu peito,
que trás rosas e espinhos,
dirá que este "meu feito",
foi resultado dos meus caminhos.
...um dia a cantarei,
com lágrimas e sorrisos,
e aí sentirei,
que nem tudo foram prejuízos.
com os olhos no céu,
e de mãos no ar,
cantarei o que é meu,
...apenas com uma canção... a rimar.
joão oliveira
com uma bandeira na mão,
para assim mostrar,
toda a minha satisfação.
será uma canção,
que mesmo de improviso,
me trará a recordação,
de, "para aqui chegar", o que foi preciso.
dirá o que tenho no meu peito,
que trás rosas e espinhos,
dirá que este "meu feito",
foi resultado dos meus caminhos.
...um dia a cantarei,
com lágrimas e sorrisos,
e aí sentirei,
que nem tudo foram prejuízos.
com os olhos no céu,
e de mãos no ar,
cantarei o que é meu,
...apenas com uma canção... a rimar.
joão oliveira
Sábado
Quinta-feira
Maravilharmo-nos com o belo.
Quanto tempo da vida desperdiçamos,
Muitas vezes em assuntos fúteis,E muito valor damos,
A questões inúteis.
Esquecemos na vida, o belo,
Do que não é só superficial,
Passa-nos ao lado o singelo,
E como nos maravilhamos com o artificial.
Paremos um pouco...
A observar e a sentir,
Neste mundo que é louco,
Que não se cansa de nos agredir!
Quantos frutos há por colher!?
Em árvores que nos parecem despidas,
E a eles não conseguimos aceder,
Já que elas se nos afiguram caídas.
Não pode ser só trabalhar,
Nem escrevo em se gastar dinheiro,
Mas é preciso um novo respirar!
...Ver o que é belo... além... para lá do nevoeiro...
joão oliveira
Terça-feira
provincianismo
vou tentar um atrevimento,
sobre provincianismo,
a escorrer do pensamento,
se da sociedade é uma camada,
e da mentalidade uma etapa,
a província é a minha amada,
a mim não me escapa.
da província, é o provincianismo,
dela sou originário,
onde não chega o capitalismo,
e eu não sou extraordinário.
nem quero sequer, discutir Pessoa,
não lhe chego aos calcanhares,
ele era viajado e de Lisboa,
eu,... sou de Chãs de Tavares. -com muito gosto e orgulho-
o provincianismo é aqui à beira,
está aqui e bem no meio,
ali na roseira,
além no centeio.
joão oliveira
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